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Masmorra gélida e escura.

Trancado em tormento.
O guarda pede a senha, eu não lembro, logo lembro, mas esqueço.
Tão logo eu sair daqui,
Vou nadar no rio com os peixinhos.
Mas a masmorra é tão... vazia... tão sozinha... sem niguém.
Que me pego, grudado nas paredes,

Consolando...

sabe-se lá quem...

E por debaixo da porta, dá para ver um fio de luz?

consolas a ti mesmo...
consolas tua solidão, melhor amiga, que já sabe teu nome e teu pensamento (de ter a sua companhia pra sempre).
abraço

Vou te linkar lá no Solta no Mundo, ok?

a tristeza é sempre tão bonita.
singelamente linda.
beijocas

ver-te salva minha vida.




obrigada.

ps: ver-te sorrindo,mais ainda.

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