Wednesday, February 14, 2007

Um passeio de barco à tarde

Vi gaivotas voarem acima de um barco pesqueiro.Estavam atrás de alimento e mergulhavam para capturar os peixes. Pensei em tantas coisas...que nem lembro o que, por que ou para que serviu o pensar daquele passeio. Pensei que sentido faz o mundo, o que a vida significa. Talvez, sim, sempre talvez, porque nada é absoluto, sempre haverá algo que queira negar, ou aperfeiçoar um paradigma- se isso pode servir disto.Talvez a vida não signifique.Não queira ser explicada, porque ela é sentida de muitas formas e o importante é senti-la.
Enquanto estava no barco- uma escuna - pensei nisso. Vi que a vida...senti que a questão toda está em sentitr...sentir a alteração do nosso metabolismo, a aceleração dos batimentos, a confusão das idéias a sensação de que o momento que a vida nos enche é único. Uno.
Nesse momento tudo é reunido e somos o mundo.
Juntos com a perpetuação da existência e do equilíbrio global, talvez seja o sentido da vida.

Thursday, January 25, 2007

Título?.... Tu e eu?

Hoje eu nem queria conversar.
Queria que tu aparecesse aqui na minha varanda. Deitasse na rede comigo.
A gente ia ficar olhadno o céu, cheio de andorinhas que voavam pra lá e prá cá, frenéticas.Felizes.
Nós e os passarinhos, felizes.
Celebrando algo que nem sei o que é.
Celebrando os sorrisos no meio do silêncio.
O aperto , repentino, na mão.
Os olhares perdidos.
Perdidos, um no outro.

Thursday, January 11, 2007

Há paredes falsas, na verdade, furadas.
São transponíveis por quem tiver um pouco de senssibilidade.
Nada mal nisso.
Nenhum pouco de maldade se espera de alguém que ultrapasse a carne,
veja a alma e apenas a tente entender.

Cuidado com janelas muito abertas.
A casa da gente está sempre esperando receber amor.
Mas tem gente que ve a porta escancarada, não lê a placa (insensível gente mal educada), entra e estraga.
Dai a festa que era bem tranquila, a vida que era harmonia, se perde na raiva.
Nem temos culpa.
Quando os outros te machucarem( por querer e não por infortúnio),
acho melhor passar um mertiolate
(sabe, o mercúrio cromo), dar uma sopradinha, esquecer do machucado e da pessoinha.

Wednesday, January 03, 2007

Prefiro que pare.
Quero continuar andando.
Sem coração não escrevo de verdade.
Não escrevo de verdade.
sei desenhar caracteres esdrúxulos em linhas que são tortas, imprevisíveis.
Na verdade eu tenho só o violão que espera.
Que quer tocar uma melodia que te faça flutuar.
Não sinto remosrso, não escrevo esperando redenção.
Gritei e ecoaste o grito.
agora falo baixinho, mesmo que ninguém ouça.
Mesmo com reprovação eu peço perdão.
Só queria por pra fora algo que não fosse nojento.
Que fosse belo, mas diante de ser humano...ser humano...
O que posso fazer com tanta imperfeição?
Agradecer, que ali não existe um robô.
...

Tuesday, January 02, 2007

É por causar raiva que escrevo.
Por não perceber que há movimentos inconscientes, que pertecem a consciência.
É incrível como esses não pertecem.
Como tudo é colorido.
Como tudo é bonito.
Sem maldade.

Há maldade.
Há inferno e paraíso.
Há nada e infinito.
há distúrbio...
Está aí!
Também!
AÍ!!

Friday, December 22, 2006

Jogou um corpo.
Temendo demais,
Jogou no poço.
Assim:
Abriu os braços
Deixou cair...

Tuesday, December 19, 2006

Não existe tanta inocência.
Coerente é lutar por si, não querer tirar nada de ninguém.
E, apesar da conciência, as pessoas fazem sim, o que bem entendem.
Tentam subir montanhas com apenas um gancho.
Acham que na primeira "ganchada", já escalaram e conquistaram o monte.

A competição entre os seres é estúpida.
Parece que precisamos ter alguém,
mais um objeto que nos faz bem.

só sinto os destroços do teu trair .
Se ao menos tu parasse de competir com alguém por aí.
Seria amor e não remorso.